Emol atua na arte-educação desde 2001. Fundamenta sua prática pedagógica no contexto da arte urbana (mural, graffiti, estêncil, lambe-lambe e sticker) e em seus desdobramentos (pintura, desenho, colagem, zines e errâncias urbanas), a partir de sua pesquisa-prática como artista. Ministra cursos, oficinas e palestras em parceria com diferentes instituições.
Seus projetos formativos propõem abordagens autorais e poéticas sobre o espaço urbano, aliando técnica e pensamento conceitual por meio de dinâmicas criativas. As atividades são estruturadas a partir da apresentação de referências para a formação de repertório, vivências urbanas de percepção do espaço, experimentação técnica e orientação nos processos de criação. Desta forma, suas metodologias provocam o público a ler a cidade e participar de sua reescrita por meio da prática artística. Os conteúdos dessas atividades podem também promover práticas e diálogos interdisciplinares a partir de diferentes temáticas.
Emol integrou a Equipe de Ação e Pesquisa Educativa do Instituto Tomie Ohtake (2017 a 2020), elaborando ateliês criativos em diálogo com grandes exposições e realizando experiências poético-pedagógicas a partir de sua pesquisa em errância urbana. Desenvolveu também formação para professores no próprio instituto e na rede CUCA (Fortaleza - CE), além de oficinas na rede SESC e cursos na Escola Porto Iracema das Artes (2014 a 2016) e no Complexo Cultural Oswald de Andrade (2026). Ao longo de sua trajetória, realizou diversas atividades formativas em escolas e universidades como UFSCar, USP, UFC, IFCE, FANOR e UnB, além de instituições como a Zulu Nation Brasil e a Casa do Hip Hop Diadema (2004 a 2009). Seu histórico profissional abrange ainda oficinas em escolas públicas e a atuação como educador social junto à população em situação de rua, egressos e internos da Fundação CASA, atuando por meio de instituições como CEDECA e outras ONGs (2001 a 2004).